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Author

M. A. Gutierrez

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Open access 2026

Coronary Artery Calcium Score, Risk Factors, and Clinical Outcomes in Nonobstructive Coronary Artery Disease: A Long-Term Follow-Up Study

Abstract Background: The prognostic value of coronary artery calcium (CAC) score in nonobstructive coronary artery disease (NObCAD; stenosis < 50%) remains insufficiently characterized. Objectives: To investigate the association between CAC score, cardiovascular risk factors, and clinical outcomes in patients with NObCAD. Methods: A total of 2,509 patients underwent coronary computed tomography angiography (CTA) and were followed for 8.9 ± 2.6 years. Plaque burden was classified according to CAD-RADS™ 2.0 into none, mild, moderate, and high/highest. The primary endpoint (PEP) was a composite of all-cause mortality, acute coronary syndrome/acute myocardial infarction, and stroke. Statistical significance was set at 5%. Results: CAC score was 0 in 45.4% of patients, 1-99 in 36.6%, and ≥ 100 in 18.0%. Correspondingly, 38.3% of patients had no coronary lesions, 38.5% had mild lesions, 14.1% had moderate lesions, and 9.2% had high/highest lesions. Among patients with CAC = 0, the absence of coronary lesions predominated (81.2%), whereas it was rare among those with CAC ≥ 100. The PEP occurred in 4.9% of patients, predominantly driven by all-cause mortality. Among the 396 patients with serial coronary CTA (mean interval: 6.5 ± 2.6 years), CAC progression (> 2.5 increase based on the square root method) was observed in 41.9%. Plaque burden increased in parallel. CAC score showed a positive association with plaque burden and cardiovascular risk factors. Conclusions: In NObCAD, CAC is present in more than half of patients and is associated with both plaque burden and cardiovascular risk factors. The incidence of PEP increases in proportion to risk factor burden and CAC levels. CAC and plaque burden progress concurrently over time, supporting the role of CAC as a surrogate marker of subclinical atherosclerosis progression.

P. D. da Luz, Desidério Favarato, Alexandre A. C. Abizaid et al. · 1 citation
Open access May 2026

Escore de Cálcio das Artérias Coronárias, Fatores de Risco e Desfechos Clínicos na Doença Arterial Coronariana Não Obstrutiva: Um Estudo de Seguimento de Longo Prazo

Resumo Fundamento: O valor prognóstico da mensuração do escore de cálcio das artérias coronárias (CAC) na doença arterial coronária (DAC) não obstrutiva (definida como estenose < 50%) não está suficientemente descrito. Objetivos: Investigar a associação entre a mensuração do CAC, fatores de risco cardiovascular e desfechos clínicos em pacientes com DAC não obstrutiva. Métodos: Ao todo, 2.509 pacientes foram submetidos à angiotomografia coronariana (angioTC) e acompanhados por 8,9 ± 2,6 anos. Conforme o CAD-RADS™ 2.0, a carga de placa foi classificada em ausente, leve, moderada e alta/muito alta. O desfecho primário foi um composto de mortalidade por todas as causas, síndrome coronariana aguda/infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico. A significância estatística foi estabelecida em 5%. Resultados: O escore de CAC foi 0 em 45,4% dos pacientes, 1-99 em 36,6% e ≥ 100 em 18,0%. Correspondentemente, 38,3% dos pacientes não apresentavam lesões coronarianas, 38,5% apresentavam lesões leves, 14,1% lesões moderadas e 9,2% lesões altas/muito altas. Entre os pacientes com CAC = 0, a ausência de lesões coronarianas predominou (81,2%), enquanto foi rara entre aqueles com CAC ≥ 100. O desfecho primário ocorreu em 4,9% dos pacientes, predominantemente impulsionado pela mortalidade por todas as causas. Entre os 396 pacientes com angioTC coronariana seriada (intervalo médio: 6,5 ± 2,6 anos), a progressão do CAC (> 2,5 de aumento com base no método da raiz quadrada) foi observada em 41,9%. A carga de placa aumentou em paralelo. O escore de CAC apresentou associação positiva com a carga de placa e com fatores de risco cardiovascular. Conclusões: Na DAC não obstrutiva, o CAC está presente em mais da metade dos pacientes e está associado tanto à carga de placa quanto aos fatores de risco cardiovascular. A incidência do desfecho primário aumenta proporcionalmente à carga de fatores de risco e aos níveis de CAC. O CAC e a carga de placa progridem concomitantemente ao longo do tempo, sustentando o papel do CAC como marcador substituto da progressão da aterosclerose subclínica.

P. D. da Luz, Desidério Favarato, Alexandre A. C. Abizaid et al. · 1 citation

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